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Foto da capa do livro Livro de Greenblatt segundo Margareth Rago

Livro de Greenblatt segundo Margareth Rago

Análise rigorosa e instigante de A Ascensão e queda de Adão e Eva

Segundo ela, "são muitas as histórias que esse livro nos conta e são muitas as surpresas que provoca, ao questionar nossas próprias interpretações e experiências, especialmente numa época em que o discurso religioso atinge milhões, pregando obediência e renúncia de si, e em que o poder pastoral se intensifica e ultrapassa os muros da igreja, onde nasceu, resultando no crescimento da violência e da intolerância, dentro e fora do Estado, como temos assistido. 

Muito prazerosa, a leitura desse livro é fundamental também para se realize um diagnóstico mais apurado do nosso presente."


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Foto da capa do livro Filosofia no Brasil1
Filosofia no Brasil
Antonio Joaquim Severino comenta o novo livro de Ivan Domingues

Nas palavras de Antonio Joaquim Severino, "aqueles que se interessam pela prática filosófica em nosso país, certamente encontrarão neste livro um valioso subsídio para o melhor entendimento dessa prática. Trata-se, com efeito, de rigoroso e abrangente estudo da experiência filosófica no Brasil, composto na modalidade de ensaio e desenvolvido de uma perspectiva intencionalmente metafilosófica, ou seja, filosofando sobre o próprio filosofar. Não se trata, pois, de um balanço enciclopédico das ideias filosóficas produzidas no ambiente geocultural do país ao longo de seus 500 anos de existência histórica, nem de um tratado teórico construindo algum sistema teórico que representasse uma filosofia especificamente brasileira." 

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Foto da capa do livro Novamente o Capital1
Novamente o Capital
Os comentários de Walter Paixão sobre o Capital do século XXI

Um leitor que possua alguma notícia sobre ‘O Capital’ de Karl Marx (Das Kapital) talvez espere que ‘O Capital’ de Thomas Piketty (Le capital au XXIe siècle) constitua, neste início de século XXI,  uma atualização do contundente efeito explosivo que o primeiro livro teve na consciência política de homens e mulheres do mundo inteiro em fins do século XIX e início do século XX. Não espere. Piketty não escreve como profeta e muito menos como um revolucionário, preocupado em arregimentar massas para ações diretas pela demolição do capitalismo, vista como pré-condição para o fim dos dramas sociais que derivam da distribuição desigual da riqueza do planeta.Leia a resenha

 
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